Educandário Conhecer na 2ª semana do Bebê de Itupeva
O Educandário Conhecer participará da 2ª semana do bebê de Itupeva, uma iniciativa do Programa da qual a Prefeitura Muncipal de Itupeva em parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal e a APAE de Itupeva promovem no município.
A iniciativa foi idealizada com o intuito de promover ensinamentos e atrações que ajudem as famílias na criação de seus filhos e formem vínculos entre os pais e a crianças. Dentre essas atrações, o evento deverá contar com uma programação diversificada que incluirá desde missas, cultos e palestras até rodas de conversa, apresentação de filmes focados nessa temática e tardes de lazer com lanches e brincadeiras. Todos esses eventos ocorrerão em diversos pontos do município de Itupeva.
E os alunos do Educandário participarão do Projeto "UM BEBÊ MUITO MALUQUINHO", com esse projeto os alunos entrarão em contato com suas origens, suas histórias, suas vidas, desde a gestação, também conhecerão um pouco mais sobre o desenvolvimento do bebê e da criança, terão contato com formas de cuidado com os bebês, os pais também serão envolvidos em pesquisas e enviando material para documentar a história dos filhos.
O projeto se estenderá por todo o mês de agosto, pois a temática é extensa e teremos muito a explorar:
Músicas, vídeos, livros, filmes, e muita brincadeira e faz-de-conta, o projeto será baseado nas histórias do Bebê Maluquinho do Ziraldo.
Teremos até banho de boneca!!! Que legal!!
Semana Mundial do Brincar
É a semana do aniversário do Gigico, razão de ser do Educandário!!!
E nesta semana pra lá de especial também teremos muito mais brincadeiras!
É a Semana Mundial do Brincar! Ebaaaaaa!
"É como se pudéssemos viver essas experiências por meio dos seres que inventamos, e crescer. Aprendemos com eles num ambiente protegido, onde quem manda é a criança."
Por isso o EDUCANDÁRIO CONHECER é a escola onde a criança aprende brincando.
Saiba mais: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/918556-na-semana-mundial-do-brincar-a-folhinha-pega-carona-no-faz-de-conta.shtml
Tudo que necessito saber aprendi no Jardim da Infancia
A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
Estas são as coisas que aprendi:
01. Compartilhe tudo;
02. Jogue dentro das regras;
03. Não bata nos outros;
04. Coloque as coisas de volta onde pegou;
05. Arrume sua bagunça;
06. Não pegue as coisas dos outros;
07. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
08. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
09. Dê descarga; (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto;
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
EDUCANDÁRIO CONHECER NO GOOLE EARTH

Educandário Conhecer no Google Earth - adquira o seu, encontre sua casa, sua empresa e encontre-nos...
Acesse também o Google Maps.
20 de Novembro: Dia da Consciência Negra
Homenagem da Escola de Educação Infantil Educandário Conhecer com esse vídeo produzido pela Escola.
A PROTEÇÃO QUE ATRAPALHA - Rosely Sayão - Equilíbrio Folha de S. Paulo
Importante para pais ficarem atentos...
O que fazemos com o ambiente da criança? Amaciamos o chão, aliviamos os cantos, retiramos os obstáculos
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Muitas crianças com menos de seis anos vivem hoje, tanto em suas casas quanto nas escolas, em ambientes tão assépticos que se assemelham mais a hospitais do que a espaços habitados por gente sadia e plena de vida.
Aliás, pesquisadores já relacionaram o aumento de alergias entre crianças das classes média e alta com a falta de exposição delas aos germes do ambiente natural. É a chamada "alergia do isolamento".
Hoje, escolas que querem seduzir os pais de filhos que estão na primeira infância se esmeram para apresentar um ambiente que consideram chamativo: limpo e claro, areia tratada (isso quando há areia), sem muitos obstáculos, tampouco terra e água.
O chão costuma ser macio e fofo -e para ser assim, precisa ser artificial. Fazem parte desse pacote a abundância de brinquedos de parque de plástico, muito coloridos.
Quando termina o período escolar, dá para se perguntar o que foi que a criança fez durante todo o tempo em que esteve na escola -já que muitas delas são entregues aos pais devidamente "higienizadas".
Até mesmo o discurso escolar acompanha esse clima: as crianças não mais escovam os dentes ou lavam as mãos: elas "fazem higiene". Que coisa mais louca!
Em casa, muitos pais até adotaram o costume oriental de deixar os sapatos à porta e só usar dentro de casa calçados destinados exclusivamente para esse fim.
Apetrechos dos mais variados tipos são comprados já no enxoval do bebê que irá nascer, para esterilizar tudo o que ele usa. O problema é que isso se estende por mais de um ano, quando a criança já engatinha, anda e faz a exploração dos espaços.
E isso costuma ser a melhor justificativa para tantos cuidados: afinal, nessa fase a criança adora conhecer as coisas pela boca, não é verdade? E como permitir que ela leve para a boca as sujeiras do ambiente?
Quando foi que esquecemos que criança combina com terra, água, vento e fogo?
O contato, o conhecimento e a exploração desses quatro elementos é muito importante para que ela crie um vínculo com a natureza, explore-a e aprenda, com essa relação, um pouco mais sobre si mesma e sobre seu corpo.
Mexer na areia e lambuzar-se com ela, brincar com a água e a terra, fazer barro e sentir sua consistência, experimentar seu sabor -por que não? Tomar banho de mangueira, sujar-se toda aos olhos dos adultos: tudo isso é possível ainda para a criança, mesmo nesse estilo de vida urbano que adotamos.
Mas, parece que escolhemos consumir um determinado tipo de cuidado com a saúde que não combina com nada disso, não é verdade?
E o que fazemos, então, com o ambiente em que a criança vive? Retiramos todo tipo de perigo possível: arredondamos os cantos, suprimimos as quinas, amaciamos o chão, retiramos os obstáculos como escadas e aclives ou declives pronunciados e outras coisas mais estranhas ainda.
Tudo para evitar que a criança corra algum risco. Até os brinquedos, agora, precisam ser adaptados à idade da criança!
Mas é bom saber que o tiro pode sair pela culatra. Começar a viver em ambientes tão diferentes da realidade apenas tolhe a vida da criança, limita as suas possibilidades de aprender sobre seu corpo e de explorar o meio em que vive. Isso também desestimula sua curiosidade e não a prepara para reconhecer riscos e saber quais podem ser enfrentados e quais devem ser evitados.
Não é à toa que temos tantas crianças que se machucam em situações que elas já deveriam controlar. É bem significativo o número de acidentes com crianças grandes que caem, quebram ossos, levam pontos etc. Elas pouco ou quase nada sabem a respeito do relacionamento delas com o ambiente em que vivem.
Também, depois de elas viverem tanto tempo enclausuradas em um mundo almofadado e asséptico, tal resultado não é nada espantoso.
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ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)
O que fazemos com o ambiente da criança? Amaciamos o chão, aliviamos os cantos, retiramos os obstáculos
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Muitas crianças com menos de seis anos vivem hoje, tanto em suas casas quanto nas escolas, em ambientes tão assépticos que se assemelham mais a hospitais do que a espaços habitados por gente sadia e plena de vida.
Aliás, pesquisadores já relacionaram o aumento de alergias entre crianças das classes média e alta com a falta de exposição delas aos germes do ambiente natural. É a chamada "alergia do isolamento".
Hoje, escolas que querem seduzir os pais de filhos que estão na primeira infância se esmeram para apresentar um ambiente que consideram chamativo: limpo e claro, areia tratada (isso quando há areia), sem muitos obstáculos, tampouco terra e água.
O chão costuma ser macio e fofo -e para ser assim, precisa ser artificial. Fazem parte desse pacote a abundância de brinquedos de parque de plástico, muito coloridos.
Quando termina o período escolar, dá para se perguntar o que foi que a criança fez durante todo o tempo em que esteve na escola -já que muitas delas são entregues aos pais devidamente "higienizadas".
Até mesmo o discurso escolar acompanha esse clima: as crianças não mais escovam os dentes ou lavam as mãos: elas "fazem higiene". Que coisa mais louca!
Em casa, muitos pais até adotaram o costume oriental de deixar os sapatos à porta e só usar dentro de casa calçados destinados exclusivamente para esse fim.
Apetrechos dos mais variados tipos são comprados já no enxoval do bebê que irá nascer, para esterilizar tudo o que ele usa. O problema é que isso se estende por mais de um ano, quando a criança já engatinha, anda e faz a exploração dos espaços.
E isso costuma ser a melhor justificativa para tantos cuidados: afinal, nessa fase a criança adora conhecer as coisas pela boca, não é verdade? E como permitir que ela leve para a boca as sujeiras do ambiente?
Quando foi que esquecemos que criança combina com terra, água, vento e fogo?
O contato, o conhecimento e a exploração desses quatro elementos é muito importante para que ela crie um vínculo com a natureza, explore-a e aprenda, com essa relação, um pouco mais sobre si mesma e sobre seu corpo.
Mexer na areia e lambuzar-se com ela, brincar com a água e a terra, fazer barro e sentir sua consistência, experimentar seu sabor -por que não? Tomar banho de mangueira, sujar-se toda aos olhos dos adultos: tudo isso é possível ainda para a criança, mesmo nesse estilo de vida urbano que adotamos.
Mas, parece que escolhemos consumir um determinado tipo de cuidado com a saúde que não combina com nada disso, não é verdade?
E o que fazemos, então, com o ambiente em que a criança vive? Retiramos todo tipo de perigo possível: arredondamos os cantos, suprimimos as quinas, amaciamos o chão, retiramos os obstáculos como escadas e aclives ou declives pronunciados e outras coisas mais estranhas ainda.
Tudo para evitar que a criança corra algum risco. Até os brinquedos, agora, precisam ser adaptados à idade da criança!
Mas é bom saber que o tiro pode sair pela culatra. Começar a viver em ambientes tão diferentes da realidade apenas tolhe a vida da criança, limita as suas possibilidades de aprender sobre seu corpo e de explorar o meio em que vive. Isso também desestimula sua curiosidade e não a prepara para reconhecer riscos e saber quais podem ser enfrentados e quais devem ser evitados.
Não é à toa que temos tantas crianças que se machucam em situações que elas já deveriam controlar. É bem significativo o número de acidentes com crianças grandes que caem, quebram ossos, levam pontos etc. Elas pouco ou quase nada sabem a respeito do relacionamento delas com o ambiente em que vivem.
Também, depois de elas viverem tanto tempo enclausuradas em um mundo almofadado e asséptico, tal resultado não é nada espantoso.
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ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)
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