Semana Mundial do Brincar


O Educandário Conhecer nesta semana está em festa...

É a semana do aniversário do Gigico, razão de ser do Educandário!!!

E nesta semana pra lá de especial também teremos muito mais brincadeiras!

É a Semana Mundial do Brincar! Ebaaaaaa!


"É como se pudéssemos viver essas experiências por meio dos seres que inventamos, e crescer. Aprendemos com eles num ambiente protegido, onde quem manda é a criança."

Por isso o EDUCANDÁRIO CONHECER é a escola onde a criança aprende brincando.



Saiba mais: http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/918556-na-semana-mundial-do-brincar-a-folhinha-pega-carona-no-faz-de-conta.shtml

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS OBRAS DE IVAN CRUZ

Tudo que necessito saber aprendi no Jardim da Infancia


Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.



A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.



Estas são as coisas que aprendi:



01. Compartilhe tudo;

02. Jogue dentro das regras;
03. Não bata nos outros;

04. Coloque as coisas de volta onde pegou;

05. Arrume sua bagunça;

06. Não pegue as coisas dos outros;

07. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!

08. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;

09. Dê descarga; (esse é importante)

10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;

11. Respeite o limite dos outros;

12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;

13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)

14. Quando sair, cuidado com os carros;

15. Dê a mão e fique junto;

16. Repare nas maravilhas da vida;

17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.


Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.



Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

Autor: Pedro Bial

EDUCANDÁRIO CONHECER 2011

Atenção Pais ou Responsáveis

 Agradecemos a sua confiança e contamos com vocês em 2011, para continuarmos sendo não a maior e sim  "A melhor escola de Educação Infantil".

Nossa Programação de Férias já teve início em 17/01/2011.

Aguardamos vocês!!!

A PROTEÇÃO QUE ATRAPALHA - Rosely Sayão - Equilíbrio Folha de S. Paulo

Importante para pais ficarem atentos...

O que fazemos com o ambiente da criança? Amaciamos o chão, aliviamos os cantos, retiramos os obstáculos
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Muitas crianças com menos de seis anos vivem hoje, tanto em suas casas quanto nas escolas, em ambientes tão assépticos que se assemelham mais a hospitais do que a espaços habitados por gente sadia e plena de vida.
Aliás, pesquisadores já relacionaram o aumento de alergias entre crianças das classes média e alta com a falta de exposição delas aos germes do ambiente natural. É a chamada "alergia do isolamento".
Hoje, escolas que querem seduzir os pais de filhos que estão na primeira infância se esmeram para apresentar um ambiente que consideram chamativo: limpo e claro, areia tratada (isso quando há areia), sem muitos obstáculos, tampouco terra e água.
O chão costuma ser macio e fofo -e para ser assim, precisa ser artificial. Fazem parte desse pacote a abundância de brinquedos de parque de plástico, muito coloridos.
Quando termina o período escolar, dá para se perguntar o que foi que a criança fez durante todo o tempo em que esteve na escola -já que muitas delas são entregues aos pais devidamente "higienizadas".
Até mesmo o discurso escolar acompanha esse clima: as crianças não mais escovam os dentes ou lavam as mãos: elas "fazem higiene". Que coisa mais louca!
Em casa, muitos pais até adotaram o costume oriental de deixar os sapatos à porta e só usar dentro de casa calçados destinados exclusivamente para esse fim.
Apetrechos dos mais variados tipos são comprados já no enxoval do bebê que irá nascer, para esterilizar tudo o que ele usa. O problema é que isso se estende por mais de um ano, quando a criança já engatinha, anda e faz a exploração dos espaços.
E isso costuma ser a melhor justificativa para tantos cuidados: afinal, nessa fase a criança adora conhecer as coisas pela boca, não é verdade? E como permitir que ela leve para a boca as sujeiras do ambiente?
Quando foi que esquecemos que criança combina com terra, água, vento e fogo?
O contato, o conhecimento e a exploração desses quatro elementos é muito importante para que ela crie um vínculo com a natureza, explore-a e aprenda, com essa relação, um pouco mais sobre si mesma e sobre seu corpo.
Mexer na areia e lambuzar-se com ela, brincar com a água e a terra, fazer barro e sentir sua consistência, experimentar seu sabor -por que não? Tomar banho de mangueira, sujar-se toda aos olhos dos adultos: tudo isso é possível ainda para a criança, mesmo nesse estilo de vida urbano que adotamos.
Mas, parece que escolhemos consumir um determinado tipo de cuidado com a saúde que não combina com nada disso, não é verdade?
E o que fazemos, então, com o ambiente em que a criança vive? Retiramos todo tipo de perigo possível: arredondamos os cantos, suprimimos as quinas, amaciamos o chão, retiramos os obstáculos como escadas e aclives ou declives pronunciados e outras coisas mais estranhas ainda.
Tudo para evitar que a criança corra algum risco. Até os brinquedos, agora, precisam ser adaptados à idade da criança!
Mas é bom saber que o tiro pode sair pela culatra. Começar a viver em ambientes tão diferentes da realidade apenas tolhe a vida da criança, limita as suas possibilidades de aprender sobre seu corpo e de explorar o meio em que vive. Isso também desestimula sua curiosidade e não a prepara para reconhecer riscos e saber quais podem ser enfrentados e quais devem ser evitados.
Não é à toa que temos tantas crianças que se machucam em situações que elas já deveriam controlar. É bem significativo o número de acidentes com crianças grandes que caem, quebram ossos, levam pontos etc. Elas pouco ou quase nada sabem a respeito do relacionamento delas com o ambiente em que vivem.
Também, depois de elas viverem tanto tempo enclausuradas em um mundo almofadado e asséptico, tal resultado não é nada espantoso.

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ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)

PARABÉNS FREINET...

15 DE OUTUBRO - ANIVERSÁRIO DE NOSSO MESTRE CÈLESTIN FREINET...

NOSSO PASSEIO À FAZENDINHA DA ALEGRIA FOI UM SUCESSO!!

Locação para Festas - Jundiaí - Itupeva - Cabreúva


UFAAAA!!!!! ACABAMOS DE CHEGAR...
Pula-pula, cama elástica, tobogã, futebol de sabão, piscina de bolinhas...
Cachorro quente, pastel, suco, algodão-doce, salada de frutas... tudo à vontade...
Foi uma delícia... nossos pequenos se divertiram demais...

Foi maravilhoso ver o brilho em seus olhinhos... Com gosto de quero mais.

O pequeno Breno se maravilhou ao colocar o pezinho na poça de água misturada com terra... ele ria como ninguém. Cada uma de nossas pequenas estrelinhas brilhou a seu modo.

Obrigado às nossas professoras Aline e Bruna por tudo que fazem por nossos alunos, sem vocês não seria igual.

A mamãe Regina (Carol) e o Papai Ujefferson (Bia) também nos auxiliaram demais com a criançada... Foi só alegria.

Parabéns a todas as crianças e professores... o mês é de vocês!!!